| Thursday, 24-Apr-2008 15:55 |
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Minha visita e relato sobre a Pedra do Ingá.
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Em uma viagem tive o privilégio de conhecer a linda João Pessoa, e nesta viagem não poderia deixar de conhecer a famosa Ingá, cidade a 109 km de João Pessoa e a 46 km de Campina Grande, com acesso pela BR -230, tem uma das mais intrigantes inscrições rupestres no mundo. O lugar é um monumento arqueológico de encher os olhos, uma pedra em gnaisse lavrado de 18 metros de comprimento por 2,8 metros de altura em sua parte mais alta, com inúres inscrições que nos remete as mais variadas idéias sobre a natureza das mesmas, alguns afirmam ser o registro de algumas civilizações primitivas de outros continentes pelo local, outros atribuem a alguma simbologia extraterrena, pode se pensar até mesmo que aquilo nem precise ter algum significado tão espetacular assim, sendo apenas um artista primitivo apenas exteriorizando suas idéias, ou mesmo algum tipo de controle da tribo local, algumas até se parecem com ossos e orgãos internos sendo estudados, meras especulações, como tudo que pode ser falado sobre o local. Em meu ponto de vista, vou fazer algumas relações( por mais mirabolantes que sejam) sobre algumas imagens que ví no local.
Na parte do piso em frente onde fica todas as inscrições verticais, existem algumas perfurações, com riscos expandindo do centro para as laterais, ao mais ligado em conhecimento astronômico e com a mente um pouco mais livre para se fazer paralelos com suas visões, pode ver alí nítidamente crateras lunares, até mesmo o tipo de solo já ajuda nessa visão, observáveis apenas com instrumentos óticos com um alcance considerável, ou seja, impossível a olho nú. Como? tiveram acesso a uma luneta ou binóculo no passado? impossível lógicamente, não quero induzir idéias aqui, apenas peço para que observem e imaginem, apenas. Uma possível representação do sol está na parte mais alta do muro de pedra, assim se imagina como sol, ou poderia ser um ponto de luz muito forte que observavam sobrevoando a região? bom, me desculpem novemante pela indução de idéias. Inscrições em forma de elipses lembrando banstante a nossa galáxia, dona Via Láctea. Perfurações de cerca de 50 cm de diâmetro em média nas pedras atrás da pedra com as inscrições, onde já deve ter sido uma grande corredeira, profundas, perfeitas, não posso afirmar se seriam alguma formação natural, mas intrigantes, parecendo ter sido feitas por um ponto de vista até mais alto, com um instrumento único. Outra bastante intrigante também é uma imagem semelhante a um avião, e melhor que isso, um avião quebrando a barreira do som, cerca de 1.226 km/h ou 340,5m/s (Mach 1) , com aquele arco gasoso em sua parte traseira,a onda de som comprimindo a humidade do ar, e ao lado um hominídeo acenando para o mesmo, ou apenas depositado ao lado, com ainda outro "avião" ao lado, mas sem o arco, um espada ou crucifixo de ponta cabeça, algumas possíveis frutas, e assim se segue essas imagens que trabalham tanto a nossa imaginação, e afirmo aqui que em umas das fotos que tirei do local, captei um possível esfera sobrevoando a localidade, ou apenas uma mancha na lente, lembrando que apenas uma das tantas fotos que tirei estava com essa esfera.
Muitos brasileiros e mesmo pessoenses não conhecem o lugar mesmo por nome, uma pena pois é tão intrigante quanto a tão famosa Machu Pichu ou mesmo Stonehenge. Mas o grande pesar é o museu que lá se encontra, com um verdadeiro aspecto de abandono, parecendo um quartinho de fundo, as imagens de parede todas mofadas, tudo sob muita poeira, um lugar que corre até o risco de saque pelos ladrões de fósseis, uma vez que não tem segurança devida, e ainda sofre com a depredação humana de alguns que passam pelo local deixando sua sujeira e seu nome grafado em alguma pedra, identificando o bronco imprudente que presta esse desserviço cultural. Enfim, aqui fica o convite aos leitores para a apreciação e popularizações de nosso patrimônio histórico, que tanto precisa de nosso apoio, e estudo mais detalhado sobre esse patrimônio da humanidade.
Texto e fotos por...
Wagner Moloch
PS: Menos a do avião rompendo a barreira do som, apenas um exemplo.
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